quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Botecos de Curitiba - O Torto

O Magrão, dono do boteco é um apaixonado pelo genial jogador Garrincha - o bar todo, todo mesmo é repleto de fotos, materias, desenhos do jogador de pernas tortas. É um boteco de esquina com preços acessiveis e um otimo bolinho de carne. A imagem é uma propaganda de cerveja Sol e numa das fotos esta o mestre Dominguinhos. Em janeiro 2009 estive por lá com o Silverio Pontes e o Ze da Velha, antes do show deles com o grupo Madeira Brasil no Teatro da Reitoria. Esta localizado à rua Paula Gomes no Largo da Ordem. Vale uma visita.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Carnaval e Anildo Guedes - sentimento

Nesta terça de carnaval andei procurando algum texto ou materia que exprimisse o que sinto nos ultimos 5 anos, desde que parei de produzir 4 noites de carnaval num boteco que tinha no litoral do Parana. Estava desistindo e sem querer cai num blog, o Historias do Brasil, com o texto ideal:

20/02/2009
NÓS, OS FOLIÕES
Sempre fui um vigoroso defensor de uma ideia que não tem lá muitos adeptos - os maiores foliões são os tristes. O carnaval, definitivamente, não foi feito para os alegres, os festeiros escancarados, os baianos de plantão.O verdadeiro folião é o triste, o que sabe que a experiência carnavalesca é, sobretudo, uma pequena morte. Durante os dias de Momo, a máscara prevalece e todas as inversões sociais são bem-vindas e necessárias. É quando devemos esquecer o que somos, o que fazemos e, até mesmo, a quem amamos. Esquecimento, eis aí a essência da folia.O legítimo folião não programa o carnaval. Sabe apenas que vai para a rua imolar-se nos blocos e cordões, receber a extrema-unção com água benta de alto teor alcoólico e morrer até a quarta-feira de cinzas, quando ressuscitará como burocrata, marido, professor ou escriturário, para o longo e medíocre intervalo cotidiano entre um carnaval e outro.Lembro , por exemplo, de uma história que meu avô contava sobre um velho folião, tristíssimo, casado com uma tremenda jararaca, que saiu na sexta-feira, véspera do início do tríduo, com o argumento de que iria comprar uns caranguejos - prato predileto da patroa - para comer enquanto assistia aos desfiles das escolas de samba pela televisão, na santa paz do lar.Eis que o marido zeloso reaparece, pra lá de Bagdá, na quarta-feira de cinzas, protagonizando uma cena definitiva - fantasiado de imperador romano, espalha vinte caranguejos vivos na entrada da casa e chama a mulher, preparada para trucidá-lo. Ao ver a fera, começa a falar alto, dando esporro nos crustáceos decápodes :- Mais um pouco, pessoal. Falta pouco. Como são lentos. Quatro dias com a maior paciência e nada de vocês andarem mais rápido. Entrou, evidentemente, no rolo de pastel, mas honrou os bagos e as tradições. Cumpriu um dever.
É necessário brincar, senhores, é preciso beber, é urgente esquecer. O verdadeiro devoto de Momo, o maior dos solitários, é um morto se esbaldando na multidão. Brincar o Carnaval, para gente como nós, os foliões, não é opção [ é tarefa ].
Volto a ser o autor deste espaço na quarta-feira de cinzas.
Evoé!
Postado por Luiz Antonio Simas
fonte: blog "Historias do Brasil"

Bar Iraja - SP

Um bar com otimos petiscos, sempre cheio. Fui frequentar assiduo por um bom tempo. Ja estive ao lado de Nelson Sargento e esposa, batendo papo, sozinho diversas vezes, com um pessoal de Minas, com colegas de São Paulo, com ex-namorada Dani, com o pessoal da agenda-choro (tribuna)- que me levaram pela primeira vez lá pelos idos de 1999/2000. O chopp é muito bem tirado e os petiscos são excelentes. Vale muito uma visita. Veja mais detalhes no site deles, que alias é bem cuidado também (google = bar iraja sp). Tia Surica ja esteve fazendo sua feijoada por lá.
- a foto foi roubada do CD Esquina Carioca, realizaçao do bar (veja mais no blog cimples ocio samba e choro.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Guarequeçaba - visita novembro 1996


Aproveitei a materia da Gazeta do Povo aqui de Curitiba, sobre Guarequaçaba, que tem um bom conteudo e resumo do passeio para postar e lembrar de um visita à cidade de carro com minha filha Ciba que tinha apenas alguns meses e a ex-esposa Cibele. Foram 90 km de estrada de chão tipo costela de vaca. Vale a pena o sacrificio, pois o lugar é lindo. Não deixem de conhecer. Segue a materia scaneada do jornal a Gazeta do Povo do dia l.o de fev de 2009.