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sábado, 13 de outubro de 2012

Aniversario ano? ...

Trouxe o pessoal do samba de Floripa, Xangô da Mangueira e poucos convidados de Curitiba. Foi um festão com participação de Cibian e Laura, pequenininhas. 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Samba no teatro

Sesc da Esquina - Curitiba, 23/07/2011 - compositor Hardy Guedes, residente na cidade, com perfomance da Cida Airam e Jô Nunes, cantoras. Depois do teatro fui bater um papo com o Henrique do Violão no largo da Ordem. 

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Festival de inverno da UFPR - 2009


Em julho dei uma descida num dia de semana - quinta - pra dar uma olhada no festival de inverno da UFPR, parceria com a cidade de Antonina. Um pouco de choro na igreja matriz com Juliao Boemio e Joao Egashira e depois samba, na produção do Marcus Cabeleira e Leticia.
A foto é do orkut do Marcus e juntos estão alguns parceiros do umbigueiros - Salvador, Marlene, Nereida, Ceara. Tive a honra de ler o texto do show - Clara Nunes para mais de 2.000 pessoas. Que alias foi muito bom - participaram os musicos de Curitiba: Juliao Boemio - cavaco, Vina Chamorro - 7 cordas, Nega Fua (Aline) -voz, Macarrão, Marcio e !!!! esqueci o nome do menino - na percussão.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Carnaval e Anildo Guedes - sentimento

Nesta terça de carnaval andei procurando algum texto ou materia que exprimisse o que sinto nos ultimos 5 anos, desde que parei de produzir 4 noites de carnaval num boteco que tinha no litoral do Parana. Estava desistindo e sem querer cai num blog, o Historias do Brasil, com o texto ideal:

20/02/2009
NÓS, OS FOLIÕES
Sempre fui um vigoroso defensor de uma ideia que não tem lá muitos adeptos - os maiores foliões são os tristes. O carnaval, definitivamente, não foi feito para os alegres, os festeiros escancarados, os baianos de plantão.O verdadeiro folião é o triste, o que sabe que a experiência carnavalesca é, sobretudo, uma pequena morte. Durante os dias de Momo, a máscara prevalece e todas as inversões sociais são bem-vindas e necessárias. É quando devemos esquecer o que somos, o que fazemos e, até mesmo, a quem amamos. Esquecimento, eis aí a essência da folia.O legítimo folião não programa o carnaval. Sabe apenas que vai para a rua imolar-se nos blocos e cordões, receber a extrema-unção com água benta de alto teor alcoólico e morrer até a quarta-feira de cinzas, quando ressuscitará como burocrata, marido, professor ou escriturário, para o longo e medíocre intervalo cotidiano entre um carnaval e outro.Lembro , por exemplo, de uma história que meu avô contava sobre um velho folião, tristíssimo, casado com uma tremenda jararaca, que saiu na sexta-feira, véspera do início do tríduo, com o argumento de que iria comprar uns caranguejos - prato predileto da patroa - para comer enquanto assistia aos desfiles das escolas de samba pela televisão, na santa paz do lar.Eis que o marido zeloso reaparece, pra lá de Bagdá, na quarta-feira de cinzas, protagonizando uma cena definitiva - fantasiado de imperador romano, espalha vinte caranguejos vivos na entrada da casa e chama a mulher, preparada para trucidá-lo. Ao ver a fera, começa a falar alto, dando esporro nos crustáceos decápodes :- Mais um pouco, pessoal. Falta pouco. Como são lentos. Quatro dias com a maior paciência e nada de vocês andarem mais rápido. Entrou, evidentemente, no rolo de pastel, mas honrou os bagos e as tradições. Cumpriu um dever.
É necessário brincar, senhores, é preciso beber, é urgente esquecer. O verdadeiro devoto de Momo, o maior dos solitários, é um morto se esbaldando na multidão. Brincar o Carnaval, para gente como nós, os foliões, não é opção [ é tarefa ].
Volto a ser o autor deste espaço na quarta-feira de cinzas.
Evoé!
Postado por Luiz Antonio Simas
fonte: blog "Historias do Brasil"

sábado, 4 de outubro de 2008

Samba / bloco da preguiça - março 2005


Cimples Ocio - samba 19 11 2005
























































































































fotos: Ceara do Calamengau - em 19.11.2005
































Agradecimentos ao Ceara / Calamengau (fotos e edição)